segunda-feira, 10 de maio de 2010

Fairytales


"When I was a little girl I used to read fairy tales. In fairy tales you meet Prince Charming and he's everything you ever wanted. In fairy tales the bad guy is very easy to spot. The bad guy is always wearing a black cape so you always know who he is. Then you grow up and you realize that Prince Charming is not as easy to find as you thought. You realize the bad guy is not wearing black cape and he's not easy to spot; he's really funny, and he makes you laught, and he has the perfect hair." - Taylor Swift

sábado, 8 de maio de 2010

Garota invisível

Ela se perdeu no seu próprio mundo de possibilidades e isso a faz sentir-se perdida, confusa. Ela não sabe viver feliz, pois se acostumou com a miséria. Aliás, ela se acostuma muito fácil: esse é seu maio defeito. Ela trocou seus sonhos pelos de outra pessoa, apenas para agradar. Ela tenta fazer todos felizes mesmo quando está triste. Ela magoou tanta gente que não dá mais para contar. Mas ela está longe de ser odiada: é neutra. Sua invisibilidade a protege do odio e do amor. Ela passou por corredores lotados e ninguém a viu; porque veria? Ela não pode chorar pois decidiu ser assim: ela busca aperfeiçoar-se. Seus sorrisos às vezes mostram-se cínicos, mas falsa ela não é. Ela é uma bela obra de arte jamais apreciada então torna-se ridícula. Ela se achou num mundo lotado demais, mas ninguém se importa com ela - afinal, ela é só mais uma garota invisível.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

domingo, 2 de maio de 2010

God and the doctor we like adore
But only when in danger, not before (John Owen)

Music

A música é a invenção mais magnífica e mais duradoura do ser humano. Ela é senhora do silêncio barulhento, das lágrimas repetidas. Sem música, enlouqueceriamos. Nos perderiamos num silêncio constrangedor, repleto de "hums" e "hãs", e jamais voltariamos para o Maravilhoso Mundo da Clave de Sol ou o da Clave de Fá.
Sem música não há como extravasar os sentimentos extravagantes. Não há felicidade na tristeza; ou uma melancolia piegas. Nem tudo dentro do nada. E, principalmente: sem música, não há amor.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Made in USA

Hoje eu estava vendo minhas séries, como sempre. A minha preferida é Supernatural - aquela sobre os irmãos Sam e Dean que caçam coisas "sobrenaturais" por todo Estados Unidos -, e eu acompanho via internet, seguindo os EUA. Uma que eu to vendo atualmente (comecei essa semana), que eu tinha muito preconceito, é Glee - o "musical" cheio de clichés com músicas ala TVZ -, que é bem legal. Enfim, eu as estava assistindo e notei como eu sou totalmente "USAlificada" porque eu passo 80% do meu tempo escutando musicas em inglês, vendo "enlatados", assistindo filmes americanos ou lendo livros traduzidos, e apenas 10% lendo livros, vendo filmes, escutando músicas ou seriados (se é que tem) brasileiros. Quer dizer, nem noveleira eu sou.
Eu to sempre defendendo o orgulho que temos que ter por nossa pátria, dando motivos para termos, mas não executando isso. Não sou daquele tipo que diz "Se eu morasse nos EUA..." ou "Se o Brasil fosse como os EUA...", mas eu também não presto muito a atenção nos "Made in Brazil" (nota: eu não digo nem feitos no Brasil). Eu fiquei bem triste comigo mesma nessa colocação, então eu baixei várias musicas do Caetano Veloso e to curtindo elas no volume máximo HAUHAUA.
Acho que essa "californicação" (RHCP pra vida) é normal para adolescentes, mas - vamos lá, gente - se não tivermos orgulho do nosso país, quem vai ter?

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Ele é

Ele é podre. Ele é chato. Ele é idiota. Ele é indeciso. Ele é péssimo em esportes. Ele é péssimo em literatura. E também em português. Em redação, nem se fala. E, sabe de uma coisa?, eu acho que amo ele.